(Retranca de matéria sobre promoções da Copa - publicado no jornal Entrevista- Unisantos)
Quem imagina que a empresa corre risco de ter prejuízo ao trabalhar com promoções está enganado. As instituições iniciam a primeira fase do planejamento financeiro desde muito antes do período da promoção. A sensação de vantagem do consumidor também não é ilusão. Na prática todos ganham: fabricante, empresa e o cliente.
O marketing da empresa é o responsável por estimular o consumo. A primeira fase de uma promoção começa com uma ideia que será capaz de atrair o cliente. Situações do momento são constantemente utilizadas para o apelo comercial, como exemplo a Copa do Mundo, Dia das Mães, etc.
O marketing da empresa é o responsável por estimular o consumo. A primeira fase de uma promoção começa com uma ideia que será capaz de atrair o cliente. Situações do momento são constantemente utilizadas para o apelo comercial, como exemplo a Copa do Mundo, Dia das Mães, etc.
O valor e a quantidade dos produtos são decididos após uma reunião entre empresa e fabricante. Se tratando de empresas de grande porte – como as que estão lançando facilidades em questão- pode-se esperar o pedido de uma grande quantidade de produtos. Quanto maior a compra, menor o preço para empresa que está adquirindo o lote, ainda sem ter nenhum lucro, mas com um investimento. O primeiro a ganhar nesse processo é o fornecedor.
O departamento financeiro da empresa faz um levantamento de todos os números, ou seja, são formatados os juros e também a proporcionalidade entre custo assegurado e o risco de inadimplência. Segundo Leandro Cardoso Lopes, analista de finanças, “tudo é calculado para que as promoções possam ser boladas, como as que prometem não cobrar do cliente a primeira parcela da compra se o Brasil vencer o Mundial”. Na prática, o valor já foi calculado ignorando a parcela inicial da conta com o consumidor. Se o Brasil perder e o cliente pagar, na verdade é mais um lucro para a empresa.
O departamento financeiro da empresa faz um levantamento de todos os números, ou seja, são formatados os juros e também a proporcionalidade entre custo assegurado e o risco de inadimplência. Segundo Leandro Cardoso Lopes, analista de finanças, “tudo é calculado para que as promoções possam ser boladas, como as que prometem não cobrar do cliente a primeira parcela da compra se o Brasil vencer o Mundial”. Na prática, o valor já foi calculado ignorando a parcela inicial da conta com o consumidor. Se o Brasil perder e o cliente pagar, na verdade é mais um lucro para a empresa.
De acordo com especialistas, outro método utilizado pelo comércio para valorizar suas promoções é acostumar o cliente a períodos de custos altos, para que ele tenha a sensação de vantagem em época de promoção. Aparentemente, isso parece algo negativo para o consumidor, mas pelo contrário: é aí que o cliente ganha.
O analista explica que, no início, o cliente paga o valor original do produto. Quando a promoção começa e a empresa adquire um grande lote, os custos caem, pois o volume força a queda de preço. Logo, o cliente tem acesso a custos mais baixos e a empresa vende mais. A empresa é a última a lucrar com as promoções, mas sem dúvida, quem ri por último, ri melhor.
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